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| Com a turma no prédio IPHAN |
O homem não é nada além daquilo que a educação faz dele. Immanuel Kant
domingo, 16 de dezembro de 2012
Eu havia esquecido de comentar, que consegui ingressar no curso de especialização em Docência na Educação Infantil, ofertado pela UFAL. Tenho amado tudo! Conhecer a história da E.I. não só no Brasil mas no mundo tem ajudado a repensar meu perfil enquanto profissional da área e também tem colaborado para compreensão de muitas situações ainda vivenciadas em nossa terra. O curso vai até Março de 2014. Sinto-me exatamente no caminho certo.
quinta-feira, 1 de novembro de 2012
Seminário: Alagoas em foco, a Educação Infantil em Destaque
Aconteceu dia 31.10.2012 (ontem) o seminário que trataria da educação infantil em Alagoas. Eu estive tão mal na madrugada que antecedeu o evento (coisas mensais de mulher, afff), mas não poderia deixar de ir. Dois sublinguais e um repouso de duas horas foram suficientes para me recuperar e partir para o evento.
Eu estava ansiosa por conhecer a palestrante principal, a senhora Rita Coelho que é a coordenadora geral da educação infantil / MEC.
A mesa inicial formada pela Professora Claudia, coordenadora do curso de especialização em docência na educação infantil do qual eu sou uma das cursistas e Edna Lopes, atual presidenta do COMED/Maceió, entre as outras convidadas, já prometia.
A senhora Geysa Almeida, consultora do MEC, que esteve com a gente na aula inaugural também esteve presente no evento. O mais interessante é que a Rita Coelho traria um tema que muito me interessaria, o Programa Brasil Carinhoso, o qual a escola em que trabalho foi contemplada. De fato eu teria que entender mais a fundo o que viria ser o referido programa para socializar em minha escola e poder, na medida do possível, desenvolvê-lo. Foi muito importante, então, participar do seminário. Agora poderei repassar as informações com segurança para as colegas de trabalho. Faz um tempinho que não escrevo aqui, então esqueci de contar que estou atuando como coordenadora pedagógica da educação infantil já tem 6 meses na escola onde trabalho agora. Mas falarei desta experiência posteriormente. O fato é que senti-me privilegiada por ter a chance de participar de um evento que trouxe um ícone da educação infantil em nosso país como é a senhora Rita Coelho. Acrescentou gigantescamente aos meus conhecimentos. Toda equipe produtora do evento está de parabéns! Só senti falta de alguns gestores municipais como é o caso do atual secretário, do futuro prefeito de nossa cidade e dos vereadores eleitos. Posteriormente, trarei uma reflexão em cima do que foi apresentado no seminário.
A primeira mesa
Com a Prof. Lenira, uma de minhas inspirações
Geysa Almeida, consultora do MEC
Com Cátia, colega do curso
...E a presença tão esperada de Rita Coelho
quarta-feira, 31 de outubro de 2012
Visita a Comunidade Quilombola de Carrasco - Arapiraca - Al
Trabalho
de Campo realizado no dia 29 de Setembro de 2012 na Comunidade Quilombola de
Carrasco com a equipe do NEDER (Núcleo de Estudos da Diversidade Étnico-Racial)
da SEMED.
Município:
Arapiraca
População:
214.006 (IBGE – 2006)
Habitantes
em Carrasco: 1.500 (estimativa)
População
de 0 a 06 anos: Não informada
Instituições
Educacionais presentes: 01
Ao chegar na comunidade
Modalidade atendida:
Pré-escola
e Fundamental 1
Número
de crianças atendidas: 400 alunos (inclusive de outras comunidades vizinhas)
Número
de crianças atendidas apenas na pré-escola: 100
Número
de alunos por turma da pré-escola: 20
Número
de turmas da pré-escola: 05
Número de adultos por sala: Dois
adultos, um professor e um estagiário
Apesar
de ser uma escola de período integral, só atende nesta dimensão os alunos do
ensino fundamental, os alunos da pré-escola são atendidos apenas no turno
vespertino. A escola é estruturada fisicamente, com espaço e salas amplas. O
banheiro e as pias são adaptadas para educação infantil. A educação infantil
passou a ser atendida apenas em 2008, logo após a reforma do prédio que abriga
a escola.
Existem
alunos com necessidades educacionais especiais comprovadas por laudo médico. Um
desses alunos é portador de deficiência mental e frequenta a pré-escola. As
refeições para as turmas que não ficam no período integral, acontecem apenas
uma vez, seguindo o cardápio estabelecido.
Durante
a visita e conversa com Dona Margarida, moradora da comunidade, foram relatados
fatos históricos, curiosidades e também apelos a direção da escola. Dona
Margarida solicitou que fosse investido mais na cultura do Terno de Zabumba,
pois a comunidade não tem mais tocadores de pífanos, nem as crianças e jovens
sentem-se estimulados a dar continuidade ao trabalho iniciado pelos antepassados.
Por isso, segundo ela, é muito difícil manter os costumes antigos.
Em Carrasco, não
existe grupos de estudos específicos em relação à cultura afro, as pessoas não
querem ser negras, percebi que ainda possuem marcas muito profundas da
discriminação e do preconceito sofridos no passado. Contudo a escola local,
possui documentos em vídeo e material escrito sobre história e cultura
africana.
Crianças da comunidade apresentando o coco de roda
O resgate da identidade negra iniciou-se há dez anos e trouxe alguns
elementos culturais como a capoeira, a dança de coco de roda entre outros. O nome
Carrasco se deu por conta de uma planta que tomava toda região e que tinha o
mesmo nome. A comunidade foi reconhecida oficialmente pelos governos federal,
estadual e municipal em 2010.
Avaliação na Educação Infantil - Maceió
*Ana Paula Santos de Oliveira
*Ana Paula Santos de Oliveira
Ao
entrar no município, procurei inteirar-me da proposta pedagógica do mesmo para
fundamentar meu trabalho, e foi na formação continuada que adquiri um exemplar
do texto. A proposta foi elaborada em 1996 e reelaborada em 2004. O documento
tem o objetivo de fundamentar e sistematizar o trabalho pedagógico na educação
infantil em Maceió. As considerações sobre avaliação estão apoiadas no artigo
31º da LDB trazendo uma conotação de instrumento de reflexão complexo, ou seja,
ao avaliar verifica-se o avanço da aprendizagem, como ela acontece e a
metodologia abordada. É uma avaliação focada no processo de desenvolvimento
integral do sujeito, que considera as questões afetivas, sociais, adaptativa e
cognitiva, estas na intenção de compreender como o aluno concebe e constrói
suas hipóteses de leitura e de linguagem escrita (eu acrescentaria a linguagem
corporeo-espacial e ainda, ao acompanhamento do processo de construção do
conhecimento, o acompanhamento do processo de conhecimento de mundo e o
situar-se nele). Em seus anexos, a Proposta Pedagógica para o município traz
orientações para prática do docente com crianças de 0 a 6 anos e um formulário
que seria o relatório no qual o professor responde a cinco questões relacionadas
ao desenvolvimento do aluno e no final assina, junto com aluno, o diretor ou
coordenador e o pai ou responsável. Além deste relatório também é oferecida a
pauta avaliativa, que por ser considerada incompleta não fez parte dos anexos
mas que é entregue aos docentes junto com o relatório, como mais um recurso que
facilitará o preenchimento do mesmo ao fim do ano letivo. Atualmente a equipe
técnica da SEMED discute uma próxima reformulação do documento. A ideia é
contemplar itens que deixaram de ser abordados.
Particularmente
senti falta de algo que nos desse um panorama histórico da educação infantil em
Maceió, também percebi que o foco da proposta está mais centrado nas crianças
de 4 a 6 anos, principalmente nas orientações para prática do professor, nas
quais os bebês só são contemplados ao trabalhar o conteúdo arte. A parte que
traz as concepções teóricas também tem um olhar mais fundamentado para as
práticas com as crianças da pré-escola, de maneira que o trabalho em creches e
com bebês é pouco contemplado em todo documento. O relatório anual sugere
ainda, no final do documento, que a criança assine seu nome, o que para um bebê
é impossível, e para algumas crianças do pré também. Como nunca trabalhei em
creche não sentia tanta dificuldade em efetivar a proposta porém, ressalto que
a avaliação, que segundo o documento deve ser processual e contínua, é
realizada de maneira fragmentada e na maioria das vezes durante o decorrer do
ano letivo não se registra o desenvolvimento de outras competências além da
linguagem escrita, leitura e comportamento do aluno (no sentido de disciplina)
, às vezes por falta de instrumentos de apoio da administração escolar ou por
falta de orientação da equipe técnica. Atualmente tenho incentivado as docentes
darem sempre sentido ao trabalho realizado, desde o planejamento aos relatórios
contínuos. Temos uma avaliação que é realizada quando a criança chega à escola,
outra avaliação quatro meses mais tarde e a última próxima do fim do ano
letivo. Até então, tais avaliações só contemplavam as relações sócio-afetivas
no relatório final, as questões de leitura e linguagem escrita detinham a maior
parte da “preocupação”, então propus a gestão um novo olhar sobre esta
abordagem e um posicionamento nosso diante dos resultados, até então a
coordenação aguarda resposta. Por outro lado alguns pais ou responsáveis têm em
mente uma concepção distorcida de aprendizagem na educação infantil. Para
muitos, a criança só está aprendendo quando já consegue escrever e/ou ler
alguma palavrinha, e em nome dessa “crença” cobram da própria criança
competências de leitura e escrita, cobram do professor uma postura profissional e
atividades de escrita no caderno diariamente, só assim é compreendido que se trabalha
de verdade. Mas pode ser também que ao dividir o espaço com crianças do ensino
fundamental, a metodologia da educação infantil sofra influencias de práticas
voltadas para essa modalidade.
Eu
acredito que uma série de fatores pode estar contribuindo para essa
escolarização exarcebada da pré-escola, e para entender melhor será necessário
conhecer as práticas diárias dos espaços que funcionam só como creches, só como
pré-escolas, como creche e pré-escola e como pré-escola junto com ensino
fundamental.
Quando
trabalhei em um espaço voltado só para a pré-escola a preocupação e atenção com
as questões de socialização e oralidade eram bem frequentes no momento da
avaliação, é claro que as hipóteses de leitura e escrita eram avaliadas também,
mas não tinham tanta ênfase em detrimento das outras questões. O que acontece
nos espaços em que funcionam pré-escola e ensino fundamental, é que os docentes
do fundamental esperam receber alunos “prontos”, que leiam e compreendam, que
escrevam, conheçam todas as letras do alfabeto, as vogais, números etc. Quando
isso não ocorre, cria-se o conceito de que o professor anterior não é bom o
suficiente. Compreendo que um dos motivos que leva alguns docentes da educação
infantil se empenharem em desenvolver práticas baseadas em modelos do ensino
fundamental pode ser o de querer mostrar “competência” e garantir o próprio
espaço no ambiente de trabalho, mas entendo também que pode ser falta de
credibilidade e de compreensão da proposta pedagógica para pré-escola, Projeto
Político Pedagógico inacabado ou inexistente, Plano de ação ineficiente e falta
de dialogo com os pais ou responsáveis sobre o que vem a ser o trabalho
educacional com crianças de 0 a 6 anos. Acrescento ainda, que o funcionamento
em espaços adaptados acaba favorecendo o trabalho moldado nas práticas do
ensino fundamental, ainda mais se o espaço também for dividido com esta
modalidade.
Em
todo caso, percebe-se que além das questões que envolvem o acomodamento das
crianças em espaços adequados, também existem os interesses da família da
criança e do próprio professor, e que na maioria das vezes ambos os interesses
não estão em consonância com o compromisso ou consolidação dos objetivos da
educação infantil, como expus anteriormente, desconsiderando eixos essenciais
como o lúdico e as práticas para o favorecimento do desenvolvimento da
autonomia da criança. Fica claro para mim, que o trabalho com educação infantil
precisa ser conhecido, esclarecido e bem definido, para que a pré-escola em
Maceió, não se pareça, ou não se torne, um intensivo para entrada no ensino
fundamental.
* Graduada no Curso de Pedagogia da Faculdade
de Tecnologia e Ciências - FTC EAD/Salvador
*
E-mail: anapaullasos@hotmail.com
sábado, 25 de agosto de 2012
Após décadas de descaso, Maceió tem 52 mil crianças sem aula
Com 2,3 pontos nos anos finais do ensino fundamental,
Maceió conseguiu ser a capital com o pior desempenho do
Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb),
divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) no último dia
15. Para a atual chefe de gabinete da Secretaria Municipal
de Educação, Josefa da Conceição, isso é reflexo de um
descuido com a educação ao longo de anos, e do constante
"troca-troca" de secretários. "São décadas de descaso. Hoje
temos um acúmulo de 52 mil crianças, de 0 a 5 anos, fora
das salas de aula", diz.
Segundo Josefa, a educação de Maceió teve 12 secretários
em oito anos. Nenhum secretário sabia o que ocorria nas
132 escolas do município. "Hoje focamos na formação
individualizada. Conhecemos a necessidade de cada
escola", afirma.
Josefa diz ainda que a secretaria mudou o foco na atuação,
investindo na formação de professores e na infraestrutura.
"Os professores recebem capacitação para ajudar os alunos
das séries iniciais a terem uma caminhada mais
independente". Segundo ela, três escolas devem ser
entregues até o fim do ano, e 20 centros de educação
infantil estão sendo licitados - para incluir as 52 mil crianças
fora de sala de aula. "Além disso, 30 escolas foram
reformadas e outras oito unidades estão sendo ampliadas",
relata. "Com este esforço, estamos trabalhando os
resultados futuros do Ideb".
Ideb
A avaliação foi criada pelo Instituto Nacional de Estudos e
Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) em 2007, com
dados contabilizados a partir de 2005, e leva em conta dois
fatores que interferem na qualidade da educação: o
rendimento escolar (aprovação, reprovação e abandono) e
médias de desempenho nas avaliações da pasta (Prova
Brasil e Saeb). Os exames avaliam o conhecimento dos
alunos em língua portuguesa e matemática no final dos
ciclos do ensino fundamental, de 4ª série (5º ano) e 8ª série
(9º ano), e no terceiro ano do ensino médio.
| UF | Capital | Rede | IDEB 2005 | IDEB 2007 | IDEB 2009 | IDEB 2011 |
AL | MACEIÓ | Municipal | 3,1 | 3,6 | 3,8 | 3,8 |
Fonte: http://noticias.terra.com.br
Acredito que esses resultados são o reflexo da falta de uma
política de gestão pública que dê efetivamente prioridade ao
ensino da educação infantil em nosso município.
Recentemente os indicadores apontaram uma população
de mais de 200.000 (duzentas mil) crianças em idade pré-
escolar, e destas mais de duzentas mil apenas 15.788
recebem atendimento. Um absurdo inadmissível! Além deste
agravante, a maioria das escolas existentes precisam de
reestruturação e aquisição de equipamentos que a tornem
realmente aptas para modalidade, pois grande parte destas
escolas funcionam em espaços adaptados que na realidade
são casebres alugados pela prefeitura sem a estrutura
necessária para atender as crianças, o que vem a contribuir
para o comprometimento da educação em nosso município.
Paulla Sanntos
domingo, 29 de abril de 2012
A
rotina diária como ação relevante para uma prática consequente
O início do ano letivo é um
pouco complicado para a turminha da educação infantil, principalmente os alunos
do 1º período. Um ambiente novo, cercado de pessoas desconhecidas é motivo
suficiente para surgirem sentimentos de insegurança, medo e até desespero nos
pequeninos. Por isso, um ambiente acolhedor é uma das estratégias para que a
criança sinta-se protegida e segura. Pensando nisso, desenvolvi uma rotina
diária simples mas dinâmica, na qual o aluno pode interagir por está sempre a
sua disposição para consulta na sala e quando estiver familiarizado com a mesma
poderá sugerir atividades que gostaria de desempenhar no ambiente escolar. É sempre
bom ter coisas novas e legais para se fazer e a antecipar-se a cada momento
preparado é uma maneira de evitar a ansiedade na criança além de poder utilizar
esse momento como mais um recurso para aprendizagem. Observe como:
A rotina é exposta na sala,
dessa maneira todos podem ver e acompanhar o que vai acontecer. Essa consulta
permite visualizar algumas palavras, letras e os nomes dos dias da semana. É possível
comparar a rotina com a lista dos nomes dos alunos exposta na parede para ver
se tem alguém que o nome inicia com a mesma letra inicial do dia da semana e contar
quantos são. Durante a consulta da rotina diária, é possível aprender
matemática também, já que para cada atividade há um horário preparado e para
isso é interessante verificar o relógio da sala. Assim também pode-se conhecer
os números, ordem crescente, mostrar que a idade dos alunos pode ser
representada com aqueles numerais também, mostrar que as horas podem estar em
diversos tipos de relógio ou seja, digital e analógico e se quiser que fique
mais interessante pode-se fazer um estudo de como as horas eram vistas
antigamente, com certeza a turminha vai adorar. Enfim, com amor e criatividade,
mesmo que a escola seja pequena e com poucos recursos dá pra fazer um bom
trabalho.
Nesta escola onde trabalhei, a
coordenação pedagógica achava interessante iniciar a semana com hino nacional.
Todos os alunos antes de entrar na salinha se posicionavam em fila, com mãozinha
no peito para ouvir e aprender o hino. A semana iniciava sempre com um conto
que era trabalhado durante toda semana.
As
terças-feiras, sempre tinha uma música pra aprender e cantar, os jogos também na
podiam ficar de fora.
As
quartas uma brincadeira para trabalhar a coordenação corporal e motora.
Apesar
de nossa escola ser bem pequena, não ter biblioteca nem sala de leitura, às
quintas eu criava uma situação de leitura na sala. Forrando o chão da mesma com
TNT, pois o chão ainda era de cimento batido, então fazia um grande círculo e
utilizava as caixas dos paradidáticos que a escola havia recebido do governo
federal. Os alunos manuseavam os livros e depois escolhiam qual seria o do
conto que queriam ouvir.
As
sextas, tinha sempre um vídeo. Minha preocupação era não encher a rotina com
muita “coisa” para que o tempo pudesse ser realmente bem aproveitado em cada
atividade proposta.
Entendo que a chegada da
criança a escola, a maneira como é abordada e recepcionada e ainda aspectos
como afetividade e acolhimento implicam sobremaneira na forma como ela evolui
no processo de aprendizagem. Uma rotina efetiva e bem elaborada pode favorecer
a afetividade entre o professor e o aluno, pois quando se acolhe e recebe bem a
criança a mesma reagirá com simpatia e abertura, acreditando no melhor daquele
ambiente e daquelas pessoas, desejando voltar sempre no outro dia. Por outro
lado, quando há frieza e indiferença a criança tende a rejeitar o ambiente ou,
se continuar, poderá preferir se isolar excluindo-se das atividades diárias,
provocando assim entraves para seu desenvolvimento e aprendizagem.
“Toda conduta, seja qual for,contêm
necessariamente estes dois aspectos: o cognitivo e o afetivo” (PIAGET,1954/1994,
p. 288).
Valorizar o fator afetivo na
relação professor-aluno em especial na educação infantil, é trabalhar a
constituição do próprio sujeito, o que é uma prática de caráter necessário para
o desenvolvimento integral do mesmo.
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Resolvi mudar o disigner do blog bem como a visão do mesmo. A partir de agora o que diz respeito a educação infantil e minha experiência nessa modalidade será o foco. O objetivo inicial do Plataforma era a socialização de experiências enquanto estudante de pedagogia, uma vez concluído o curso, resolvi aproveitar o espaço e reciclá-lo, trazendo temas e postagens que reflitam a realidade da educação infantil em minha cidade. Ainda estou montando o espaço e pensando sobre o mesmo. Aceito sugestões. Mesmo assim, não vou retirar as postagens antigas do tempo da faculdade tá? Beijos amigas e colegas de profissão.
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